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| 📷 Polícia Civil RS |
Conforme as informações da Polícia Civil, foram cumpridas 34 prisões, sendo 32 preventivas, uma em flagrante e uma de natureza cível. Durante as diligências, também foram recolhidos cinco veículos, entre dois automóveis e três motocicletas, telefones celulares, um notebook e 201,9 gramas de uma substância com características semelhantes ao crack.
Segundo a investigação, o caso começou a partir da apuração de uma fraude que provocou prejuízo superior a R$ 1,2 milhão a uma casa lotérica de Itaara, na região Central do Estado. Com o avanço dos trabalhos, os policiais identificaram 41 pessoas suspeitas de integrar o esquema financeiro da organização, que seria responsável por movimentar, distribuir e ocultar recursos de origem ilícita em diferentes estados.
De acordo com a Polícia Civil, a operação exigiu o cumprimento coordenado de determinações judiciais em diversas unidades da Federação. Além das equipes gaúchas, participaram policiais civis de Goiás, Mato Grosso, Tocantins, Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pará, Paraná e Maranhão.
A Delegacia de Polícia de São Sepé esteve entre as unidades do Rio Grande do Sul que prestaram apoio à ofensiva, juntamente com a Delegacia de Polícia Regional de Santa Maria, DPCOI de Santa Maria, Draco, 1ª Delegacia de Polícia de Santa Maria e delegacias de São Pedro do Sul, Júlio de Castilhos e Tupanciretã.
A articulação nacional contou ainda com o Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que auxiliou na integração das instituições e na execução simultânea das medidas judiciais.
Coordenada pela delegada Carla Dolores Castro de Almeida, titular da Delegacia de Polícia de Itaara, a primeira etapa da Operação Fortuna Reversa busca aprofundar a investigação e identificar a participação dos envolvidos. Conforme a responsável pelo trabalho, as medidas cumpridas permitirão avançar na apuração e preparar novas fases da ofensiva contra o grupo criminoso.

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