O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a exploração de terras raras deve resultar em benefícios concretos para os países detentores desses recursos, com geração de riqueza, desenvolvimento tecnológico e fortalecimento da soberania nacional.
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| Foto: UFSM/Memória |
A declaração ocorre em meio ao debate internacional sobre a cadeia produtiva desses minerais estratégicos, essenciais para a indústria de alta tecnologia e a transição energética.
Durante a manifestação, Lula defendeu que as nações produtoras não sejam apenas fornecedoras de matéria-prima, mas participem das etapas de industrialização e agregação de valor, ampliando empregos e investimentos internos. O presidente também ressaltou a importância de políticas públicas e parcerias que garantam retorno social e econômico à população.
A posição do governo brasileiro reforça a necessidade de planejamento e regulação para evitar a exploração predatória e assegurar que os ganhos permaneçam no país, de acordo com a visão apresentada sobre desenvolvimento sustentável e justiça econômica. A estratégia inclui estímulo à pesquisa, inovação e capacitação industrial, segundo o entendimento exposto pelo presidente ao tratar do tema.
Em Caçapava do Sul, a discussão ganha dimensão local a partir da identificação de áreas com potencial para a ocorrência de terras raras. Estudos e levantamentos geológicos recentes colocam o município no centro do debate sobre a exploração desses minerais estratégicos, despertando expectativa quanto à geração de empregos, atração de investimentos e fortalecimento da economia regional. Especialistas e lideranças locais defendem que qualquer avanço nesse setor esteja alinhado ao planejamento, ao licenciamento ambiental e à garantia de retorno social, para que o aproveitamento das riquezas naturais resulte em desenvolvimento sustentável para a comunidade.

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